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    27-maio-2010 às 14:39

    Prevalência dos Fatores de Risco para Incontinênia Urinária de Esforço entre as Funcionárias do Centro Universitário do Pará

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    Prevalence of Risk Factors for Urinary Incontinence between the employees of the Center of the University Pará


    Fabiana Valente do Couto Sousa¹, Kerolaynne Hestefany Barbosa da Silva¹, Larissa Pompeu e Silva¹, Tereza Cristina dos Reis Ferreira², Denise da Silva Pinto³

    Resumo

    Analisar a prevalência dos fatores de risco para Incontinência Urinaria de Esforço em funcionárias do Centro universitário do Pará. Método: Estudo observacional composta por 200 funcionárias  do CESUPA, onde foram incluídas no estudo funcionárias na faixa etária de 30 a 60 anos e que estavam em seus respectivos setores. Analisar a prevalência dos fatores de risco para Incontinência Urinaria de Esforço em funcionárias do Centro universitário do Pará. Método: Estudo observacional composta por 200 funcionárias  do CESUPA, onde foram incluídas no estudo funcionárias na faixa etária de 30 a 60 anos e que estavam em seus respectivos setores. Teve como critério de exclusão funcionárias com menos de 30 e mais de 60 anos e que não estavam em seus setores de trabalho no momento da visita. A coleta ocorreu no mês de maio de 2009 por meio de um questionário individual com questões fechadas e abertas, de auto preenchimento, não-identificado, aplicado em todas as colaboradoras dos setores visitados, presente no momento marcado para a coleta de dados. Resultados : as características das variáveis relacionadas à perda urinaria pôde ser observado que 57,6 % considera sua saúde normal, 53,5% não se sente desgastada ou cansada no dia a dia, 69,7% não tem dor na bexiga, 91,9%  não tem problema de bexiga, como perda de urina, 20, 2 % perde urina à semanas, 61, 9% diz que a perda de urina não atrapalha seu trabalho, 71, 7% diz que a perda de urina atrapalha suas tarefas de casa ou suas atividades diárias nominais fora de casa como: fazer compras, levar filho à escola, 70, 7% não perde urina em atividades físicas como: caminhar, correr, ou fazer algum esporte 66, 7% não perde urina ao fazer pequenos esforços como: tossir, espirrar, correr, 73, 7%não perde urina durante a relação sexual, 65, 7% não usa algum tipo de protetor higiênico como:
    fralda, forro ou absorvente para manter-se seca, 67, 7% não ficam deprimidas quando perdem urina, 75, 8% não ficam mal consigo mesmas por causa do seu problema de bexiga.

    Palavras-chave: Fisioterapia; Incontinência; Epidemiologia.

    Abstract

    Analyze the prevalence of risk factors for urinary incontinence between at the University Center of Pará. Method: An observational study comprised 200 employees of CESUPA, where employees will be included in the study aged 30 to 60 years and they are in their respective sectors. It will be an exclusion criterion of less than 30 and more than 60 years and not in their areas of work at the time of visit. The collection occurred in May of 2009 by an individual questionnaire with 38 closed and open questions, self fulfillment, non-identified, applied to all collaborators of the sectors visited, present at the time for data collection. Results: The characteristics of the variables related to urinary loss was observed that 57.6% consider their health normal, 53.5% did not feel tired or worn on a daily basis, 69.7% have no pain in the bladder, 91, 9% have no bladder problems, such as loss of urine, 20, 2% lost urine for weeks, 61, 9% said that the loss of urine does not
    hinder their work, 71, 7% said that the loss of urine interferes with their jobs home or call their daily activities outside the home such as shopping, take son to school, 70, 7% do not lose urine in physical activities such as walking, jogging, or doing some sport 66, 7% do not lose urine when making small efforts such as coughing, sneezing, running, 73, 7% do not lose urine during intercourse, 65, 7% do not use some sort of protection and hygienic: diapers, or absorbent lining to keep dry, 67, 7% not get depressed when they lose urine, 75, 8% are not bad about themselves because of their bladder problems.

    Key words: Physical therapy; Incontinence; epidemiology.

    Sobre os Autores

    1. Discente do Centro Universitário do Pará.

    2. Docente do CESUPA, Mestre em Saúde, Sociedade e endemias da Amazônia – UFAM/UFPA/FIOCRUZ.

    3. Docente do CESUPA, Mestre em Epidemiologia – U FSP, Estatutário da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará.

    Recebido: maio de 2009
    Aceito: setembro de 2009
    Autor para correspondência: Tereza Cristina dos Reis Ferreira
    E-mail: [email protected]

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