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    05-fev-2020 às 16:14

    EFEITO DA RECUPERAÇÃO ATIVA E INATIVA NA RESPOSTA CARDIOVASCULAR DE CICLISTAS RECREACIONAIS APÓS ESFORÇO MÁXIMO

    RESUMO

    Este estudo teve como objetivo investigar o comportamento da recuperação da frequência cardíaca (FC) em teste incremental de limiar anaeróbio em praticantes de ciclismo recreacional. Metodologia: Foram selecionados 20 indivíduos do sexo masculino divididos em dois grupos conforme o tipo de recuperação, Recuperação Ativa (29.6 ±  6,02 anos; FC Repouso 74 ± 3.01bpm) e Recuperação Inativa (28.5 ±  4,12 anos; FC Repouso 77 ± 2.53 bpm), praticantes de ciclismo recreacional. Os participantes realizaram teste de esforço incremental, indo até a exaustão voluntária. Os valores de frequência cardíaca (FC) foram monitorados utilizando um frequencímetro e ventilômetro, e registrados nos 10 minutos de recuperação. Resultados: Os resultados mostraram que houve diferença significativa na recuperação de frequência cardíaca após teste incremental, utilizando a Recuperação Ativa nos minutos 2´ao 8´(p<0,05) em relação à Recuperação Inativa. Conclusão: No presente estudo, verificou-se que os diferentes modelos de recuperação diferiram no processo de regulação da frequência cardíaca após teste incremental. Tanto a recuperação ativa quanto a passiva proporcionaram reduções na frequência cardíaca, no entanto a recuperação ativa proporcionou as maiores reduções em ciclistas recreacionais.

    Palavras-chave: Frequência Cardíaca; Ciclismo; Exercício;

     

    ABSTRACT

    This study aimed to investigate the behavior of heart rate (HR) recovery in incremental anaerobic threshold test in recreational cycling practitioners. Methodology: Twenty male subjects were selected according to the type of recovery, Active Recovery (29.6 ± 6.02 years, HR Rest 74 ± 3.01 bpm) and Inactive Recovery (28.5 ± 4.12 years; HR Rest 77 ± 2.53 bpm), recreational cycling practitioners. Participants underwent an incremental testing, going as far as voluntary exhaustion. Heart rate (HR) values ​​were monitored using a  heart rate monitor and ventilometer, and recorded within 10 minutes of recovery. Results: The results showed that there was a significant difference in heart rate recovery after an incremental test, using Active Recovery at minutes 2 ‘to 8’ (p <0.05) compared to Inactive Recovery. Conclusion: In the present study, the different recovery models differed in the process of heart rate regulation after incremental testing. Both active and passive recovery provided reductions in heart rate, however active recovery provided the largest reductions in recreational cyclists.

    Keywords: Heate Rate; Bicycling; Exercise.

     

    Sobre o Autor

    Rubens Vinicius Letieri1*, Sílvio Ronaldo de Almeida Leitão3, Wellington Mota de Sousa1, Bruno Fernandes Antunez1, Adriano Lopes de Souza1 Mayrhon José Abrantes Farias1,4

     

    1 Núcelo de Investigação de Multidisciplinar em Educação Física (NIMEF), Universidade Federal do Tocantins (UFT), Departamento de Educação Física do Campus de Tocantinópolis, TO.

    2 Programa de Doutoramento em Ciências do Desporto – Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física da Universidade de Coimbra, Portugal.

    3 Centro Universitário Católica de Quixadá (UNICATÓLICA), Quixadá, CE.

    4 Programa de Doutorado em Educação Física – Universidade de Brasília (UNB), Brasília-DF.

    Autor correspondente:

    *Endereço para correspondência: Universidade Federal do Tocantins (UFT) – Campus Tocantinópolis, Avenida Nossa Senhora de Fátima, 1558, Centro – Tocantinópolis-TO.

     

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