24-out-2014 às 18:54

    Atividade e Terapia Assistida por Animais – A/TAA

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    Ana Beatriz Sabino Lopes¹, Gláucia Mayumi Nabissima¹, Isabela Maria dearo Galheigo1, Lejania dos Santos Marques1, Adriana piccinin2 , Nelson Francisco Serrão Junior2

    Introdução: A Terapia Assistida por Animais (TAA) é a utilização do contato com animais para fins terapêuticos que é utilizada a mais de 40 anos no Brasil e que hoje abrange um grande espaço em escolas, asilos, bibliotecas, e hospitais.

    Metodologia: Revisão de literatura através de bases de dados eletrônicas Scielo, Bireme e PubMed, acervo da biblioteca da FSP, análise de artigos científicos e livros.

    Objetivos: descrever os benefícios do emprego da TAA utilizando revisão de literatura.

    Desenvolvimento: Gatos, cachorros, cavalos, e outros animais podem ajudar através de confiança e amor, no tratamento ou na fase de reabilitação de um indivíduo, pois eles conseguem equilibrar as emoções e em alguns casos restabelecer as funções do organismo. Um exemplo tradicional da TAA é a Equoterapia, que utiliza cavalos para reabilitar pacientes com esclerose múltipla, paralisia cerebral, Síndrome de Down. Caracteriza-se por utilizar um conjunto de técnicas reeducativas e atividades lúdico-desportivos para promover a superação de danos sensoriais, motores, cognitivos e comportamentais. O método emprega o cavalo, como agente motivador para ganhos físicos e psicológicos. Esta atividade exige a participação do corpo inteiro, contribuindo assim para a postura, força muscular, equilíbrio, conscientização do próprio corpo e coordenação motora. Brincando com os animais, cuidando deles, o paciente esquece os incômodos do tratamento.

    Considerações finais: os animais ajudam a recuperar a auto-estima e estimular o equilíbrio mental. Devemos, portanto nos aproximar cada vez mais desses seres tão significantes em nossa vida e tratá-los com muito amor para que esse sentimento seja recíproco.

    Palavras-chaves: auto-estima, fisioterapia, “pet” terapia.

    Palavras-chave: Exacerbação, DPOC, reabilitação.

    Sobre o autor:

    1. Discente do Curso de Fisioterapia, Faculdade do Sudoeste Paulista – Avaré/SP.

    2. Orientador Docente da Faculdade Sudoeste Paulista – Avaré/SP.

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