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ATUAÇÃO DA FISIOTERAPIA NAS DISFUNÇÕES NEUROLÓGICAS DA CRIANÇA

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Baseado no conhecimento e aprofundamento das patologias mais prevalentes na população infantil, este módulo capacitará o aluno em realizar a avaliação e elaboração do planejamento terapêutico de forma especifica a cada patologia, com enfoque na funcionalidade e classificações funcionais publicadas na literatura.
Na aula de Paralisia Cerebral será abordado os aspectos clínicos da patologia, a classificação funcional do Gross Motor Function Scale GMFCS, que atualmente é o principal norteador da capacidade motora grossa destas crianças, e como elaborar o plano de tratamento para cada nível motor do GMFCS dentro de faixas etárias estabelecidas.
Más formações congênitas compreende um grupo de patologias heterógeno causado por algum distúrbio durante a formação do bebê. Nesta aula, será apresentado as patologias deste grupo mais prevalentes, como é realizado a avaliação e quais são as ferramentas terapêuticas para o tratamento durante a reabilitação.
As doenças neuromusculares são resultantes de alterações que podem ocorrer nos músculos, no neurônio motor superior e inferior e na junção neuromuscular. Para cada condição e cada tipo existe um quadro clínico e prognóstico. A aula abordará cada patologia e seus subtipos, para a construção do programa de reabilitação focado em cada fase funcional do paciente, elencando quais exercícios e equipamentos podem ser utilizados nesta população afim de retardar os efeitos degenerativos nesta patologia e manter ao máximo o potencial funcional do paciente em cada momento da doença.
A aula de mielomeningocele contemplará as condições clínicas e sistêmicas desta patologia, a classificação funcional de HOFFER (1998), como classificar as crianças, e quais são os prognósticos de marcha e aditamento para cada nível desta classificação.
Lesões encefálicas adquiridas na infância são provenientes de diferentes insultos no cérebro que ocorrem a partir dos 2 anos de idade. Estes insultos podem ser provenientes de traumas crânios encefálicos, acidente encefálico infantil, quase afogamento, asfixia, lesões por arma branca, infecções no sistema nervoso central e tumores. As crianças nestas condições cursam com quadros clínicos diferentes das que apresentam alguma alteração congênita, por terem vivenciado grande parte dos principais marcos motores, experiências sensórias e proprioceptivas, e formação dos principais elementos cognitivos. Após a injuria hipóxico-isquêmica, a criança passa por diferentes fases de recuperação, principalmente cognitiva. As aulas abordarão quais são estas fases e como deve ser a atuação fisioterapêutica em cada uma delas afim de proporcionar o adequado programa de reabilitação.

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