Kelser Souza Kock; Alessandra Brunel Paes; Ana Paula Vieira Hugen.
Universidade do Sul de Santa Catarina – UNISUL. Laboratório de Pesquisa em Exercício Físico e Saúde– LAPES -Tubarão – SC
Resumo:
O pico do fluxo expiratório (PFE) é uma medida indireta de resistência das vias aéreas, sendo um parâmetro expiratório esforço-dependente, freqüentemente usado para monitorizar pacientes asmáticos e sua resposta ao tratamento. A capacidade vital (CV) é o maior volume de ar mobilizado, compreendendo o volume corrente, o volume de reserva inspiratório e expiratório. Pode ser medida na fase inspiratória e ou na fase expiratória, sendo denominada capacidade vital inspiratória (CVI) e capacidade vital expiratória (CVE), respectivamente. Objetivos: verificar o pico de fluxo expiratório (PFE) e a capacidade vital inspiratória (CVI) e capacidade vital expiratória (CVE) dos acadêmicos do curso de fisioterapia da UNISUL, Campus Tubarão. Métodos: a população do estudo foi composta por acadêmicos do curso de fisioterapia da UNISUL, Campus Tubarão. A amostragem foi obtida por aqueles que aceitaram participar da pesquisa. Os instrumentos de pesquisa utilizados foram um Ventilômetro de Wright de 100 litros mark 8 marca Ferraris™ para avaliação da CVI e CVE e um medidor de Pico de Fluxo expiratório marca Assess™. Análise estatística: estatística descritiva (média e desvio padrão) dos dados referentes ao PFE, a CVI e a CVE. Estatística inferencial, utilizando o teste de Wilcoxon com p < 0,05 para comparar a diferença entre essas variáveis. Resultados e Conclusão: foram avaliados 20 indivíduos com idade média de 24 ± 5 anos, sendo 8 homens e 12 mulheres. Os dados obtidos de CVI e CVE foram respectivamente 3,8 ± 1,1 litros (78 ± 11%) e 4,1 ± 1,0 litros (85 ± 11%). O resultado do PFE foi 492 ± 121 L/min (95 ± 10%), Houve diferença estatística entre o PFE e o CVE, demonstrando uma variação nesses parâmetros, contudo dentro do limite fisiológico.
Palavras-chave: capacidade vital; pico de fluxo expiratório.







