www.inspirar.com.br Edição #20 || out/dez - 2008
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ESCULPINDO O CORPO PARA O VERÃO

Com o fim do inverno é chegada a hora de se preparar para a estação mais esperada do ano. Às vésperas do verão, as preocupações com o corpo aumentam e a corrida para a academia e o retorno à dieta são inevitáveis aos que querem conquistar um corpo perfeito.

O que muitos já perceberam é que nem sempre a combinação academia e dieta equilibrada é suficiente para eliminar a celulite ou mesmo aquele pneuzinho persistente. Apesar desta dupla ser a aliada perfeita para deixar o corpo em forma e usar aquele biquíni tão desejado neste verão.

Graças à modernização da medicina estética, as tão indesejadas celulites, gordurinha localizada, flacidez e, até mesmo, estrias estão com os dias contados.

Com técnicas cada vez mais modernas, menos invasivas e mais eficientes, é possível conquistar aquela barriguinha chapada, bumbum lisinho, firme e perfeito. É importante ressaltar que, além da combinação dos cuidados citados acima, a principal recomendação é a hidratação do corpo de dentro para fora. Para isso, faz-se necessário beber dois litros de água por dia e usar cremes a base de colágeno, elastina, óleo de rosa mosqueta, uréia, vitamina C e ácido láctico. Evite fumar e usar roupas muito apertadas para não prejudicar a circulação sangüínea e a oxigenação da pele.

Como potencializar os cuidados com o corpo Os tratamentos estéticos disponíveis no mercado vão desde o uso de ondas eletromagnéticas na quebra de moléculas de celulite, passando por estímulos eletrônicos, ionização, massagens que aumentam a vascularização sangüínea, uso de raios infravermelhos longos e aplicação de medicamentos. O tempo de tratamento e a escolha das técnicas dependem de cada pessoa. Deve-se procurar um profissional qualificado para avaliar o grau de acometimento, o metabolismo e os objetivos desejados. Confira uma série de dicas sobre técnicas estéticas desenvolvidas para potencializar os cuidados com o corpo e conquistar curvas perfeitas.

Celulite + gordura localizada

a) Ultracontour: é um ultra-som que, por meio de ondas de alta potência, destrói os nódulos de gordura e deixa a pele mais uniforme. O número de sessões varia para cada pessoa, sendo uma média de oito mensais.

b) Carboxiterapia aquecida: o tratamento consiste na injeção de gás carbônico atóxico com alto teor de pureza no tecido subcutâneo, por meio de uma agulha finíssima. Ele provoca vasodilatação local, o que facilita a retirada de toxinas e a oxigenação, além de destruir a gordura. A pressão do gás age nas fibroses, atenuando a celulite e reduzindo as medidas. O aquecimento do gás ameniza o desconforto da aplicação. São necessárias de dez a vinte sessões.

c) Intradermoterapia (ou mesoterapia): Um mix de substâncias é injetado nas regiões dominadas pela celulite, trabalhando na circulação e na destruição das células de gordura. Para ter efeito, são necessárias de dez a vinte sessões com intervalos semanais.

Celulite + flacidez

a) Accent XL: radiofreqüência que aquece e quebra as células de gordura, remodela e acelera a formação de colágeno, melhorando o contorno corporal. Indicado contra celulite, gordura localizada e flacidez. Necessita-se de pelo menos cinco sessões quinzenais ou mensais para obter resultado.

b) Velashape: Versão atualizada do velasmooth reúne endermologia (sucção e rolamento), radiofreqüência e luz infravermelha. O resultado é a redução da celulite, gordura localizada e flacidez, em pelo menos oito sessões.

Celulite + inchaço

a) Drenagem linfática: Por meio de manobras de bombeamento e deslizamento feitas com as mãos, percorre-se o caminho dos gânglios com a devida melhora da circulação, varredura de toxinas, diminuição de inchaços e do aspecto pregueado. Pode ser realizada uma vez por semana por longos períodos.

b) Medicamentos: os medicamentos via oral são complementos aos outros recursos. Manipulados ou não, ajudam a desintoxicar e a diminuir a retenção hídrica.

Celulite + depressões profundas

Subcisão (ou Subcision): é indicada nos quadros mais severos. Após anestesia local, introduz-se uma agulha com um microbisturi na ponta nas regiões afetadas. Com ela, vão-se desprendendo os nódulos entre o tecido conjuntivo e os músculos que causam as depressões da celulite. Em seguida, injeta-se uma substância preenchedora no local, de efeito temporário, prolongado ou definitivo.

Estrias

Como identificá-las?
As estrias se apresentam de vários tipos, colorações, evoluções e de acordo com a textura da pele.

Seguem algumas delas:

Rosada: quando a estria é recente e sua cor é avermelhada devido ao rompimento dos capilares (ou pequenos vasos sangüíneos). Os tratamentos iniciados nessa fase apresentam os melhores resultados.

Atrófica: são estrias mais antigas, esbranquiçadas e profundas (com depressões).

Nacaradas: são tão antigas quanto as atróficas, porém com aspecto largo, liso e brilhante. Nas últimas etapas, os tratamentos não são tão eficazes. Ainda assim é possível tornar as linhas mais estreitas e diminuir as depressões.

Tratamentos

a) Injeções de Vitamina C: são injetados, com uma agulha fina, os princípios ativos no caminho da estria, a fim de diminuir a depressão das linhas e clareá-las;

b) Carboxiterapia: com uma agulha bem fina, a área da estria é preenchida com gás carbônico, esticando a pele e dando mais uniformidade;

c) Luz intensa pulsada: este aparelho incide uma luz quente na pele provocando uma queimadura superficial, reduzindo os vasos sangüíneos e diminuindo a cor avermelhada da estria;

d) Peeling de Cristal + Peeling de Ácido Retinóico: é um aparelho que lança cristais para esfoliar e remover as células mortas da pele. Em seguida é aplicado um ácido para estimular a produção de colágeno. As estrias largas se tornam finas e as finas ficam imperceptíveis após o tratamento completo;

e) Subcisão: É uma agulha com ponta cortante introduzida abaixo da pele, no sentido da estria, descolando a mesma e estimulando a produção de colágeno. As estrias largas e atróficas se tornam finas e lisas;

f) Cromopeel: é um peeling superficial feito por meio da associação de vários ácidos e corantes para devolver à pele a sua cor natural. Ele afina a estria e pigmenta as áreas esbranquiçadas, deixando a região de coloração uniforme;

g) Intradermoterapia: em uma seringa são misturados alguns princípios ativos indicados para cada caso. Com uma agulha fina, introduzem-se esses princípios ativos no trajeto das estrias para aumentar a produção de colágeno e clareá-las ou pigmentá-las.

h) Fraxel Laser SR 1500: é o único laser fracionado aprovado pelo FDA nos Estados Unidos e pode ser usado em qualquer tipo de pele. Na estética médica existem muitas opções de aparelhos que prometem bons resultados, porém muitos se autodenominam laser fracionado, mas não são. O objetivo do procedimento é obter alta eficácia na suavização de estrias, semelhante a alcançada com os lasers ablativos, mais agressivos, mas sem seus riscos ou tempo prolongado de recuperação. Os resultados podem ser visíveis logo após a primeira sessão.

O laser age na pele por meio de inúmeras micro perfurações, provocadas após cada disparo de centenas de filetes de laser, agrupados em uma ponteira de 1 cm a 1,5cm. O mais interessante é que a cútis não fica queimada e, sim, preservada. Não há necessidade de interromper as atividades do cotidiano. O equipamento atua em todas as camadas da pele, por isso é muito bem indicado para tratamento de estrias e cicatrizes.

Fonte: http://yahoo.minhavida.com.br/Site/



PARANÁ CRIA O DIA DE COMBATE À DENGUE

Atividades contra a doença serão reforçadas no dia 12 de dezembro pelo governo estadual e pelas administrações dos municípios

A Comissão Intersetorial de Combate à Dengue definiu ontem uma data para reforçar as atividades contra a doença no Paraná. O dia 12 de dezembro será o Dia Estadual de Mobilização e Combate à Dengue. O presidente do Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Paraná, Antônio Carlos Nardi, de Maringá, disse que o governo estadual e as prefeituras vão reforçar a campanha de conscientização e o combate à dengue nessa data.

A decisão foi tomada na reunião da comissão, ocorrida ontem em Curitiba. Os participantes discutiram as medidas de controle da doença no verão e em 2009 em todo o Paraná. O secretário da Saúde, Gilberto Martin, presidente da comissão, afirmou que a principal preocupação é evitar que os municípios desmobilizem as equipes de combate à dengue por causa do fim dos mandatos dos prefeitos. Ele lembrou que o trabalho deve ser constante, mas intensificado no verão.
Segundo Martin, o trabalho, por parte do governo, é feito pelos agentes públicos de saúde. Além dos cerca de 13 mil agentes do Programa Saúde da Família (PSF), outros 4 mil são agentes de endemias. Os do PSF atuam orientando a população e identificando os casos. Os agentes de endemias fazem, ainda, o levantamento dos índices de infestação e da reprodução do mosquito.

O secretário da Saúde disse que neste ano estão sendo investidos no mínimo R$ 5 milhões em equipamentos e treinamento de pessoal para o combate à dengue. Os recursos, completou Martin, são dos governos federal e estadual. O dinheiro é usado na aquisição de veículos para o trabalho das equipes, material de divulgação e treinamento e qualificação dos agentes públicos de saúde.

Incidência

De acordo com Martin, a situação do Paraná é tranqüila, com redução significativa no número de notificações e de casos confirmados. O último boletim informativo, divulgado no dia 3 de outubro, mostra que as notificações em 2008 diminuíram 65%, passando de 45.450, no mesmo período de 2007, para 15.717. Já o número de casos confirmados caiu de 24.566 para 897, ou seja, a redução foi de 96%.

O município de Tapira, a 580 quilômetros de Curitiba, é o que apresenta a maior incidência de dengue no estado, com 1.463,86 casos para cada 100 mil habitantes. Já a cidade com menor incidência é Apucarana, a 365 quilômetros de Curitiba, com 0,84 casos para cada 100 mil habitantes. Até a divulgação desse boletim, 66 municípios apresentavam casos autóctones, ou seja, cuja infecção ocorreu no Paraná.

Saiba mais sobre a Doença

A dengue é transmitida por picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti, infectada pelo vírus.

Sintomas

Aparecem entre 4 e 5 dias – febre alta, dores (muscular, articular, atrás dos olhos, de cabeça), perda de apetite, náusea, vômito, prostração e manchas vermelhas na pele; na forma hemorrágica, tendência a hemorragias, dor abdominal intensa, palidez, pele pegajosa e fria, agitação, sonolência, dificuldade respiratória, pulso rápido e fraco, risco de choque e morte.

Tratamento

Medidas visam à manutenção do estado geral do paciente.

Mosquito

Vive onde há água parada e limpa. Exemplos: bacias, baldes, buracos de árvores, garrafas, latas, pneus, vasos.

Como se proteger

Usando repelentes, mosquiteiros e telas em portas e janelas; eliminando os criadouros; mantendo bem tampados os recipientes de armazenamento de água; dando destino adequado ao lixo; utilizando larvicidas nos focos.

Fonte: Secretaria da Saúde do Paraná.


AGÊNCIA PROPÕE AVISOS SOBRE RISCOS DE OVO CRU

Medida será submetida a consulta pública por 60 dias

A gemada e outras preparações com ovos crus estão na mira da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

A agência aprovou uma proposta para colocar no rótulo de todos os ovos duas advertências: “O consumo deste alimento cru ou mal cozido pode causar danos à saúde” e “mantenha os ovos preferencialmente refrigerados”, inclusive no comércio.

A medida, agora, será submetida a consulta pública. Seu objetivo é reduzir os casos de doenças causadas por contaminação pela bactéria salmonela, encontrada no intestino de animais. A bactéria é particularmente comum nas galinhas e pode estar presente tanto na casca como dentro do ovo.

Os principais sintomas são diarréia, dificuldade de digestão, ânsia de vômito e febre, diz Maria Cecília Martins Brito, diretora da Anvisa responsável pela área de alimentos.

A salmonela foi responsável por 34,4% dos 3.700 surtos de doenças transmitidas por alimentos notificados em 2007. Em 50% dos casos, a infecção ocorreu dentro de casa.

A idéia, portanto, segundo a diretora da Anvisa, é alertar as donas-de-casa. “As advertências atingem não apenas a gemada e o ovo mole, mas também, me alguns casos, glacê e musse, se eles forem feitos com ovo cru”, afirma.

Ela ressalta que não se pretende uma redução do consumo do produto. “Não podemos estigmatizar o ovo. É um alimento muito importante do ponto de vista nutricional, contém muitas proteínas. Nós só queremos adicionar um cuidado”, explica.

De acordo com Brito, a contaminação por salmonela pode ocorrer desde a fase de formação do ovo e até durante o seu manuseio. Outros alimentos, como frango, também podem conter a bactéria, que não resiste ao cozimento.

A proposta da Anvisa ficará sob consulta pública por 60 dias. O acesso ao texto e o envio de sugestões poderão ser feitos por meio do site da agência (www.anvisa.gov.br) a partir da próxima segunda-feira.

Após analisar as sugestões recebidas, será elaborada uma resolução definitiva.

A idéia é que, a partir daí, os produtores tenham um prazo de até 180 dias para colocar as advertências em todas as embalagens de ovo.

A Folha procurou a Associação Paulista de Avicultura, mas não encontrou ninguém na entidade para comentar a mudança proposta pela Anvisa.

Fonte: Por Angela Pinho – da Sucursal de Brasília




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